Se apropriar de honras ao mérito que não nos pertencem só provam que jamais vencemos uma batalha em nossa vida usando de nossa própria coragem.
Provamos mil erros antes de nos recolhermos a um canto e admitirmos que se não fosse por alguns tropeços nunca teríamos aprendido a andar.
De velhos descasos se constroem imensos impérios,
Quantas ignorâncias são necessárias que um rei tenha em suas mãos para ele tomar as nossas vontades nossas verdades e vender em largas e suaves prestações nossos sonhos.
Um homem só poderá reivindicar por liberdade quando ele se ver capaz de construir seu próprio caminho, não será uma renúncia tu não escolher em que lado da sala fica a janela e em que lugar fica o sofá, não será um equivoco não se permitir sujar as tuas mãos com o tijolo que te protegerá de grandes tempestades e algumas chuvas intensas.
Quando minhas lágrimas caíram sobre o terço não terá sido porque eu nada mais esperava de mim, e minhas forças eu usava unicamente pra pedir licença as pedras que se colocavam em meu caminho para seguir em frente.
Desistir de si mesmo é sujar as unhas cavando sua própria cova.
Nos acovardamos quantas vezes dando pão café e cama para os enfermos com o propósito de esquecermos nossas dores nossas febres.
Forte é o homem que depois de muitas batalhas e cicatrizes semeia a bondade e sopra no dia o conhecimento que para desfrutar dela não precisamos usar do ódio e nem da força.
E quando o sol levou junto com ele meu ultimo pensamento,
Minha sede procurou teus lábios e minha fome toda correu em direção a teu corpo.
roger fonseca

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